Para onde o povo de Deus caminha

Ao falar de povo e de caminho, logo vem a idéia do lugar onde estamos e  aonde queremos chegar. Assim nos colocamos, cada dia, a marcar passos firmes, na realização pessoal e comunitária. Ninguém gosta de ficar parado, até mesmo as pessoas da terceira idade. Neste dinamismo, o “povo de Deus do Paraná”, representado pelos seus cento e setenta líderes, sendo vinte e dois bispos, celebrou no último fim de semana, a Assembléia Anual Ordinária, pela primeira vez fora da capital. Nós, com muita alegria, os hospedamos, fazendo o melhor possível. Posso dizer que foi um sucesso em todos os sentidos.

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Igreja do Paraná divulga mensagem ao final da Assembleia do Povo de Deus

De 25 a 27 de setembro, aconteceu na cidade de Maringá (PR) a 30ª Assembleia do Povo de Deus. O evento contou com a participação de todos os bispos das 18 dioceses do estado; coordenadores da ação evangelizadora; assessor-coordenadores das pastorais e organismos; representantes dos movimentos eclesiais e representantes leigos da catequese; liturgia e pastoral familiar. Ao todo, forma credenciados 170 delegados.

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Uma estranha punição

A dar crédito a uma notícia, provinda da Folha Online, o Diretório Nacional de certo partido político (todos sabem qual é), no dia 17 de setembro/2009 –  vejam só –  puniu dois Deputados Federais, por terem comportamento não afinado com o partido, a respeito do aborto. O partido acima aludido tem princípios claramente definidos a favor da prática abortiva. Sabe-se até que seus líderes assumiram compromissos internacionais, pela sua implantação aqui no Brasil. (Ver o Periódico de defesa da vida e da família, de Anápolis).  Todos nos sentiríamos muito felizes se a notícia da punição se referisse a roubos do dinheiro público, a traições contra os direitos dos mais pobres, a ausências constantes aos deveres parlamentares…Mas não, os Deputados foram punidos porque se definiram a favor dos mais fracos, que não tem capacidade de auto-defesa. Quando o vício adquire foros de virtude, e quando as boas ações são desclassificadas a ponto de serem punidas, existe um grave erro de princípio. Já lamentava Rui Barbosa: “De tanto ver triunfar as nulidades, de ver prosperar as injustiças, o homem chega a ter vergonha de ser honesto”.

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